Crônicas
A destruição de Tyreas

Na primeira temporada, Judar um servo de Flame Heart começou a recrutar aventureiros como também itens para conseguir reviver seu mestre, o infame Capitão Flame Heart, para isto ele com ajuda da Bruxa Rainha e do Encouraçado conseguiu os itens necessários para que assim pudessem reviver o capitão pirata.
Assim no topo da torre da trindade a bruxa rainha junto de um grimorio especial e do sacrifício de Judar, revive o capitão, no lado de fora o exército de tyreas, o lanceiro Karl Heven e outros aliados tentaram lutar, mas em vão, perdendo assim para o exército pirata de Flame Heart e seus Ashen Lords, assim como demonstração de poder o Capitão afunda tyreas e faz ressurgir das profundezas a cidade perdida de Atlantis fazendo assim o fim da temporada.
O primeiro dos 7 (resumo)

Em meio a Zentoa um fanático religioso devoto de Mordred desejava um item magico para colocar seus planos em prática, seu nome era Erickson um homem cruel que desejava o expurgo dos não humanos.
Aventureiros corajosos foram atrás de tal item numa corrida contra ele que havia feito uma bruxa com clarividência como refém, esta jornada levou tais aventureiros para uma dungeon na floresta, após lutar com monstros e armadilhas infelizmente os aventureiros chegaram tarde demais e o fanático conseguiu o item que tanto desejava: um mapa magico que permitia a ele encontrar qualquer não humano em qualquer cidade ou lugar para os caçar um por um.
Após ter o item o mesmo foi ao Bosque dos três tempos e, enquanto transmitia para todo o continente de Our, massacrou de forma cruel algumas vilas de não humanos e especificamente uma vila de druidas pacíficos que se escondiam em meio a floresta, ficando preso no labirinto magico por um tempo, até que um casal jovem de um humano e u draconiano se aproximaram do bosque, e sem querer mostraram a saída do mesmo liberando Erickson daquela prisão o permitindo planejar seu próximo ataque.
Então durante um torneio de luta em Zentoa Erickson atacou o coliseu, matando inumeros não humanos e tentando matar o Rei de Zentoa, mas ele foi parado por Karl Heven, Ben Beckman e Jhon Locke, que acharam ter o matado, mas ao irem confirmar, seu corpo não foi encontrado e um inverno poderoso se formou em toda Our, aonde o sol parece mais fraco, as cidades estão em gelo e mesmo os desertos de Borea estão gelados.
A batalha de Atlantis (resumo)

Capitulo 1: A guerra por Atlantis
Após Amaya Pendragon subjugar o capitão Flame Heart e tomar para si o trono de Atlantis, os antigos servos do infame capitão se juntaram e uniram forças para assim fazer um ataque direto ao reino, comandados pelos cinco Ashen Lords, o grupamento de vinte capitães e quatro mil e quinhentos marujos. A Bruxa Rainha então convocou sua guilda e os aventureiros corajosos a lutar pelo seu reino, ela fez um refúgio para que seu povo não morresse na guerra e junto de seus aliados iria à linha de frente da guerra, não se escondendo em seu palácio enquanto a guerra ocorria. Na linha de frente enfrentando os marujos os Aventureiros Cain, Mash, Tasha, Crowley, Kvothe, Helena ,Aurora, Akky ,Fear, Alane, Kaya, Wan, Arthur e Ars, junto do familiar animal chamado Vixit. Estes bravos aventureiros fizeram a linha de frente protegendo o povo de Atlantis contra os ataques, e Alane que se preocupou mais com os cidadãos que com os inimigos recebeu o titulo diretamente do povo de A protetora iluminada.
Durante esta luta, dois aventureiros diferentes se colocaram a frente e junto de uma pequena ajuda de uma demônia de fogo, pararam o avanço dos capitães e mataram uma boa partes destes em uma prova de força e coragem, vista apenas em tempos de guerras. O nome destes heróis é Ayla, que pelo seu feito ficou conhecido como A bela morte, por mesmo de bela aparência tem um poder destrutivo descomunal, e Ulrick o Inquebrável, um escudeiro poderoso que se manteve de pé aguentando todos os ataques, imparável e incansável até o fim da guerra.
Mas o palco principal estava na batalha pelo trono, na entrada do palácio, seis aventureiros junto da rainha enfrentavam quatro dos cinco ashen lords, Amaya pendragon teve o primeiro embate, em meio aos céus ela enfrentou Poof, que ao enfrentar a rainha, sua guarda pessoal de mortos vivos e seu wivern de estimação, morreu sendo devorado pela lendária criatura. No solo, os membros dos Senhores do Ferro, Karl, John, Ayesha e BladeHalk, junto de Yuno e Asta da Grimore Heart enfrentavam os Ashen Lords Reaper, Nora e Feitan. Segundo relatos, após um belo combate Asta consegue finalizar Reaper, Amaya chega a tempo de finalizar Feitan que estava tentando fugir e Nora foi capturada e presa até segunda ordem. O último Ashen Lord, Ghost, ao ver que a batalha estava perdida se rendeu e jurou lealdade a rainha, que junto de seu Wivern afugentou as tropas inimigas e assim venceu a guerra.
Capitulo 2: Um novo inimigo?
Após toda a guerra, a cidade estava já sendo reconstruída, os aventureiros e a rainha ainda se recuperando das batalhas podem ver uma frota de três navios enormes, dois eram de baleias-azuis e um com a proa de uma baleia-branca, na frente do infame Moby Dick estava um meio gigante de alta idade, em suas mãos um bisento e em suas costas um símbolo que representava seu enorme bigode. O homem desaporta em meio a cidade que assim que ele entra todos os mais fracos sentem um tremor na ilha e uma pressão pesada, seus passos eram firmes e sem medo enquanto ele caminhava em direção ao palácio, os que são mais fracos que nível quarenta sentiam que deviam fugir daquele homem que sozinho por isto chegava ao palácio aonde tem uma conversa a sós, somente com a Rainha e Ghost.
Capitulo 3: O desfecho
Após duas horas de reunião os aventureiros podem ver vários navios se aproximano da ilha, eles tinham as bandeiras dos outros reinos de Our, e todos os Reis pela segunda vez se reúnem aonde se juntam a reunião de Amaya Pendragon e Edward Newgate.
Após doze horas de reunião, todos os reis saem e contam quem era aquele homem, Edward Newgate o herói do reino de Tofen, do continente de Lyia que a muito se considerava como destruído. O capitão Flame Heart havia feito vaias visitas a seu país, alguns heróis de Our também o fizeram. O homem havia viajado para enfrentar o capitão, mas ao chegar no país governado pelo mesmo teve as notícias de que ele já foi derrotado, e por isto fez a reunião. Assim como um emissário, o herói abria seu continente para os novos turistas, para tentar uma era de país entre os dois continentes de Paladyns.
O viajante e a treva

Após a Batalha de Atlantis Our e Lyia entraram em harmonia, o papel de todas as lideranças acalmaram todo o caos, com o tempo o Sol retornou a brilhar e aquecer as terras, a fome cessou e até mesmo as guerras civis diminuíram.
Contudo, dois anos após a guerra algo mudou o mundo, em uma noite no oceano próximo a Atlantis um objeto enorme se aproximou, era grande o bastante para que mesmo estando mais alto do que qualquer tecnologia permitisse chegar pudesse ser visto.
O objeto era quase como uma lua feita de luz, ele brilhava no céu noturno fazendo com que a Rainha Amaya Pendragon e seus Ashen Lords ficassem a espreita, a mesma montava seu Wivern branco, mas nem mesmo aquela majestosa criatura conseguiu chegar perto do que seria conhecido como o viajante, pois ele estava alto no céu e assim em meio a um brilho ele mudou tudo.
Amaya via uma magia pura no mesmo que a fez se lembrar somente dos deuses, mas era diferente, aquele ser não era um Deus, nem um demônio, ou tão pouco um anjo. Ele era único e em maio a sua magia Atlantis foi jogada para o lado sem nenhuma destruição e em seu lugar, Tyreas surgiu novamente, como em seu auge, as pessoas reviveram sem memórias dos Três anos em que faleceram pelo ataque de Flame Heart.
Aquela magia era a magia do tempo, o viajante retornou apenas Tyreas no tempo revivendo suas pessoas sem destruir Atlantis, ambos os reinos mereciam seu espaço e conseguiram.
Pelos próximos dezoito anos a Bruxa Rainha e Nicolas Tesla, rei de Salris tentaram estudar o Viajante, mas nunca compartilharam as suas descobertas.
Nos últimos dezoito anos os monstros de Our quase que desapareceram por completa, até mesmo o dragão Tiamat nunca mais foi visto e um tempo de paz sem fim se instaurou...
Mas após vinte anos de paz tudo estava preste a mudar... Como o viajante algo também acabara de surgir dos céus, piramides negras de metal se fixaram em todos os reinos, as mesmas indestrutíveis, tem resistido ao poder até mesmo de heróis poderosos como o Famoso Barba Branca e Kaidou que nem arranharam as estruturas em seus devidos reinos.
De dentro das pirâmides monstros surgiam em alto número como se eles fossem criados lá, além de novos monstros, fortalecidos pela treva que agora atacavam as cidades como que em hordas, obrigando os soldados a sempre ficarem as postos e a Paladyns retornar a uma era de luta tão grande como na era dos primeiro Seres da Noite.
Após um grupo de fanáticos pelo viajante fazerem rituais de sacrifício em Borea Yuno da Grimore Heart convocou um grupo de aventureiros para investigar, este grupo encontrou mais informações sobre o viajante e Lilith encontrou um fantasma, um ser robótico inteligente e com sentimentos criados pelo próprio viajante.
Após isto durante a festa de aniversário da irmã da Rainha Amaya Pendragon a treva se mostrou, atacando Tyreas e mostrando ao mundo que ela era a colhedora, aquela que contrapunha a luz, enquanto a luz cura ela destrói, ela não é uma aliada ou inimiga e sim um papel essencial, que veio para destruir aquilo que deve ser destruido, por sorte Tyreas teve a proteção de seu heroi Leonidas que protegeu a cidade com seus espartados nas criaturas feitas de treva.
Após tantos ataques se tornou essencial uma investigação sobre a luz e a treva, assim novamente Yuno enviou aventureiros para irem atrás de um cristal que o porta voz da luz estava indo atrás, o grupo conseguiu tal cristal e com a ajuda de yuno prenderam o porta-voz que foi direcionado a um julgamento pelo Rei Tesla de Salris.
Com a prisão do porta-voz o Rei de Salris e a Rainha de Atlantis buscavam interrogá-lo para descobrir mais sobre o viajante e a luz, que ao ver seu escolhido em "perigo" utilizou dele para através de um raio de luz explicar a tesla tudo que precisavam saber sobre si e fazer aparecer em meio ao julgamento um grupo de jovens aventureiros que foram testados para uma futura grande batalha, onde treva e luz se embatam, assim Charlotte se uniu a treva e os demais aventureiros se uniu a luz, sendo o elfo Medivh em especial protagonista, recebendo do viajante uma técnica para que quando o porta voz da luz e a testemunha da treva iniciem a guerra ele possa manter este mundo na luz e afastar a treva para o abismo.
Novos ventos da mudança
O mundo tem recebido mudanças rápidas, após um torneio em nome dos deuses Lisandra Van Helsing libertou Mordred de sua prisão o libertando no mundo dos mortais, o deus a recompensou e fez ressurgir seu palácio, Gondolin a fortaleza branca que com o exército de Mordred deixam o mundo em cheque, com Balrogs, espiritos de luz e até mesmo um dragão vermelho.

Ao mesmo tempo Lilith e Tesla, com a ajuda do viajante criaram novas formas de vida, Omnicos que avançam em busca de dignidade, que são tratados como objetos por uns mesmo sendo uma forma de vida com sentimentos e pensamentos únicos precisam ganhar espaço entre raças antigas.

Junto disto um grupo formado por Zog, Blake, Ruby, Anfipolis, Magnos e Vanellope viajaram com Eris de Salris descobrindo uma ilha e assim duas novas raças que foram levadas a Paladyns para uma vida mais segura, estas que também lutam contra os preconceitos enraizados em Our e Liya precisam se adaptar a continentes mais seguros de se viver em questão de monstros, mas será que humanos, elfos e as outras raças não serão tão ruins quanto os próprios monstros que os caçavam na ilha?


Guerra dos 4 exércitos

Zentoa finalmente decidiu retomar as terras roubadas pelos anões, formando uma aliança com Nookur fez uma frente contra a fortaleza anã de Erebor que tinha como ajuda aliada o exército atlantiense.
Com um poderio militar único a aliança entre Zentoa que contava com dez mil soldados, 100 catapultas, 5000 cavalos, cinco arietes magicos, e Nookur que detinha parte do exército de Gondolin com 50 Balrogs, Mil espiritos sombrios, 5000 templarios e um Dragão vermelho ancião batalhou contra Erebor que detinha de 100 Olifantes, 3000 anões, 100 catapultas, 100 Balestras e um Wivern além dos reforços de atlantis que contava com 5000 mortos vivos e todos os Ashen Lords, Além da bruxa rainha e um Wivern.
A batalha foi árdua com altos e baixos, mas teve seu fim quando Cadmus e Lizandra mantiveram Ruby e Magnos ocupados, Jhon Smith manteve Callyope ocupada e Coyote Starrk matou o Ashen Lord Crowley além de ferir gravemente a Bruxa rainha, mas a derrota veio quando os dois Wiverns perreceram contra o dragão vermelho e Karl Heaven se infiltrou na fortaleza decapitando o Rei Durin.
Esta guerra causou muitas perdas as quais foram listadas abaixo em homenagem aos mortos, as terras deErebor foram anexadas por Zentoa, mas seu povo se manteve seguro não sendo ameaçado pelo seu novo Duque, mesmo que muitos anões ainda guardem recentimento agindo na resistencia contra Zentoa.
Baixas:
Zentoa: 2000 soldados, 2000 cavalos, 10 catapultas e 5 arietes mágicos.
Nookur: 40 Balrogs, 200 espíritos sombrios e 2000 templários
erebor: 2000 anões, 100 balestras, 100 catapultas e 1 Wivern.
Atlantis: 5000 mortos vivos, 1 Wivern e o Ashen Lord Crowley.